Ilustração editorial gerada com IA, inspirada na cultura futebolística de Manchester.
Atualizado em 16 de outubro de 2026
Os triunfos modernos do Manchester City ganham outra dimensão quando se conhece o percurso anterior do clube. A camisa azul-celeste não começou a ter significado nas noites europeias mais recentes. Há mudanças de nome, diferentes estádios e gerações de torcedores cuja ligação à equipe não se resume à contagem de troféus.
Raízes locais e mudanças de casa
O clube situa as suas origens na equipe de St Mark’s, formada em 1880. Passou a Ardwick em 1887 e adotou o nome Manchester City em 1894. Ganhou a FA Cup em 1904. Mais tarde, em 2003, deixou Maine Road pelo estádio hoje conhecido como Etihad.
Maine Road era a casa do City havia 80 anos quando recebeu seu último jogo de futebol, contra o Southampton, em 11 de maio de 2003. A mudança foi para o City of Manchester Stadium, depois conhecido como Etihad. Entender os dois nomes ajuda a consultar fotografias e relatos antigos: eles identificam fases da mesma nova casa, e não duas mudanças de estádio.
2012: quando uma temporada cabe em segundos
O gol de Sergio Agüero nos acréscimos contra o Queens Park Rangers assegurou a Premier League de 2012. O contexto explica o seu peso: uma disputa de meses ainda não estava resolvida quando se aproximava o apito final.
Em 13 de maio de 2012, Pablo Zabaleta abriu o placar contra o QPR, mas Djibril Cissé e Jamie Mackie viraram a partida. Edin Džeko empatou de cabeça nos acréscimos e Agüero completou a reação até o 3–2. A conquista encerrou uma espera de 44 anos por um título da primeira divisão inglesa. O gol de Džeko é essencial nessa história: sem aquele empate, o terceiro gol não teria decidido o campeonato.
Regularidade e conquista europeia
Em 2017–18, o City chegou aos 100 pontos na Premier League, com Gabriel Jesus marcando o gol da vitória na última rodada, contra o Southampton. Em 2022–23 conquistou a tríplice coroa de Premier League, FA Cup e Champions League. Rodri marcou na final europeia vencida por 1–0 contra o Inter, em Istambul.
A marca dos 100 pontos também exigiu uma intervenção no fim. Em Southampton, em 13 de maio de 2018, o reserva Gabriel Jesus recebeu um passe de Kevin De Bruyne e encobriu Alex McCarthy no quarto minuto de acréscimos. O 0–0 virou 1–0 e completou a centena. É um marco diferente da tríplice coroa de 2023: mostra a regularidade em um campeonato, enquanto a outra conquista reúne o sucesso em três competições.
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Para saber mais
Explore a história oficial do City, a crônica dos 100 pontos da Premier League e o balanço oficial da temporada de 2023.

